Condicionador Vita Derm Proteção da Cor

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Já fazia tempo que eu notava que meu cabelo não respondia da mesma forma às hidratações, mesmo seguindo um cronograma capilar religiosamente. O período seco do inverno que tivemos, somado aos banhos quentes também não ajudaram muito. Resolvi então usar um condicionador mais potente e com o pH mais baixo do que o que eu estava usando. Por já ter tido boas experiências com os condicionadores da Vita Derm, optei pelo da linha Proteção da Cor, da mesma marca. Eu também já havia testado o shampoo e o leave-in da linha e gostado bastante (clique nos nomes para conferir as resenhas).




A promessa do produto, assim como de toda a linha Proteção da Cor é bem convidativa:

- Manter a cor por mais tempo
- Ação antioxidante contra danos dos raios UV
- Brilho 3 D e proteção da fibra
- Filtro solar quaternizado
- pH 3,0 (variação de 2,5 a 3,5)



O pH desse condicionador é praticamente igual ao de alguns acidificantes, que são bem carinhos aliás, isso permite que ele sele perfeitamente as cutículas, potencializando o tratamento que fizermos com a máscara. A textura dele é levemente cremosa, o cheiro é bem neutro e suave. A fórmula, liberada para a técnica Low Poo, contém uma série de aminoácidos, proteína de arroz e hidrolisado de quinoa. Este último é o responsável pela retenção da cor, segundo a Vita Derm. 




Mas afinal, ele é tudo isso mesmo? Com certeza!!! Mesmo quando uso uma máscara que não dá um resultado tão bom, ele vem e desmaia totalmente os fios. A marca recomenda deixar o produto agindo por um minuto, mas sempre deixo dois minutos. Apesar de possuir vários aminoácidos na fórmula ele não promove rigidez dos fios. Outro ponto positivo desse condicionador é que o cheiro dele é bem neutro, então não vai anular a fragrância daquela máscara super cheirosa que você usar antes. O valor médio do produto é R$ 41,60 e a embalagem vem com 400 ml. Para quem tem cabelo quimicamente tratado e precisa de um condicionador realmente potente vale muito a pena investir nesse.

* É ondulada e quer trocar mais dicas como essa para o seu cabelo incompreendido? Conheça o nosso grupo no Facebook: Onduladas 2 A



Hidratante Nívea Creme

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O inverno já acabou, mas o tempo continua extremamente seco, pelo menos aqui no Rio de Janeiro. Quem acaba pagando o preço disso é a nossa pele, principalmente as peles mistas como a minha. Vou exemplificar o meu drama: A zona "T" do meu rosto tem oleosidade suficiente para fritar uma coxinha. Já ao redor dos olhos minha pele é seca, piorando bastante nessa época. Nas bochechas acho que posso considerar minha pele "normal". É comum minha pele descamar ao redor dos olhos devido ao tempo seco. Porém dessa vez o hidratante que eu costumava usar não estava mais adiantando. Um belo dia eu estava despretensiosamente assistindo vídeos de maquiagem e as youtubers começaram a elogiar um hidratante super tradicional e baratinho, o nívea creme, aquele da latinha azul. Aí me toquei de que nunca havia usado. Pensei: Por que não tentar?


Resolvi testar. E não é que o bichinho é bom mesmo? Ele tem uma textura bem espessa, lembra uma pomada para assaduras, só que mais fácil de espalhar. O único problema é que se você passar muita quantidade a pele demora um pouco a absorver e fica aquele brancão aparente. Eu usei da seguinte forma: De noite eu passava uma quantidade mais generosa ao redor dos olhos e misturava com uma pomada transparente para olheiras. Como a pomada tem uma textura quase de gel, era possível misturar bem e aplicar como se fosse uma máscara.


Esse ritual eu fazia antes de dormir. A outra forma que usei foi aplicando uma camada mais fina do produto sozinho e espalhando bem ao redor dos olhos. Essa aplicação mais simples eu utilizava antes da maquiagem. Em cerca de 2 dias de aplicação já senti melhoras na descamação, olha que maravilha! Um resultado desses com um produto que custa apenas em torno de R$ 15,00. Ainda bem que não gastei comprando um creme da Clinique e companhia. É claro que para casos mais graves você terá que gastar um pouquinho mais, mas para um simples ressecamento pela falta de umidade ambiental ele serve muito bem. Algumas outras maneiras de se usar o creme:

- Hidratar mãos e cutículas

- Hidratar áreas mais ressecadas como cotovelos e joelhos

- Pode ser usado como base para máscaras de hidratação facial, sendo misturado a óleos por exemplo.

Mais um achado "baratex" que salvou a minha pele. No próximo inverno minha pele arruma mais uma gracinha e descubro mais algum, vamos aguardar.


Máscara Amend Climate Control

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"Faça chuva ou sol seu cabelo protegido e sem frizz": essa é a principal promessa da máscara da resenha de hoje, a Amend Climate Control. Toda ondulada sabe o perrengue que passamos toda vez que aumenta a umidade relativa do ar, né? Imagina o quanto eu fiquei curiosa de testar essa máscara! Vamos à análise:


A fórmula com um blend de polímeros multifuncionais, combina a ação de proteínas e silicones. Assim a marca descreve a ação da máscara na embalagem. É uma proposta bem interessante, pois a fórmula confere condicionamento/embelezamento dos fios para controle do frizz, além de tratamento real pela presença das proteínas. No caso a proteína em questão é a proteína hidrolisada do trigo.


A máscara é branquinha e com textura média, cai do pote mas não é totalmente fluida, típica das máscaras da marca. O cheiro é bem suave, bem parecido com o da Shine Extreme que já resenhei aqui no blog. O tempo de ação indicado é de no mínimo 5 minutos, mas não há indicação de tempo máximo. Geralmente quando a marca só recomenda o tempo mínimo é um sinal de que a máscara não pesa. Sendo assim, já a usei por 5, 10 minutos e até um pouquinho mais. Em nenhum dos casos ela pesou. Ao enluvar as mechas senti emoliência, porém não efeito "desmaia fios" como acontece nas máscaras com óleos. No momento do enxague já senti os cabelos bem macios e alinhados.

Fórmula liberada para Low Poo

Acredito que pela presença da proteína hidrolisada do trigo senti os fios ligeiramente mais encorpados, "fortes", porém nem sinal de efeito rígido graças a Deus. Mas e o efeito anti-frizz? Sendo bem sincera, eu sequei meu cabelo com secador todas as vezes que usei a máscara. Isso prejudicou um pouco a minha avaliação em relação a esse quesito, porém notei que ela facilita muito a escovação. A raiz realmente ficou sem frizz, coisa que não acontece com todas as máscaras, mesmo secando com secador. Aliás outra promessa do produto é proteger a cutícula dos danos causados pelo calor. Outro ponto que observei foi que quando uso outras máscaras já vejo aqueles cabelinhos arrepiados assim que saio do banho, mas com essa máscara não acontece isso. Ela também deixa os fios extremamente macios, por esse motivo a utilizo na fase de hidratação do cronograma capilar. Acho uma ótima indicação para todos os tipos de cabelo, principalmente para os quimicamente tratados. A máscara pode ser encontrada em perfumarias e farmácias pelo valor médio de R$30,00. A embalagem tem 300g e a fórmula é liberada para a técnica Low Poo.




Mitos e verdades sobre o Low Poo

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Quem acompanha o blog há um tempo já sabe que eu pratico o método Low Poo, porém não de forma fanática. Uso meu shampoo com sulfato, super hidratante aliás, toda vez que vejo necessidade. Para alguns seguidores da técnica eu nem poderia ser considerada uma praticante do Low Poo em função disso. Aliás já falamos sobre algumas "pirações" que a técnica pode causar no post "5 sinais que o Low Poo está te enlouquecendo". Seguindo essa mesma linha, hoje vamos falar sobre os "mitos" e "verdades" sobre a técnica.


"No início seu cabelo fica ruim, depois melhora"



Essa é uma das frases que mais escuto entre as praticantes da técnica. Considero esse conceito um mito e vou explicar o porquê. Acredita-se que o cabelo pode ficar ressecado no início da técnica, já que os produtos que "maquiam" os fios não estão sendo mais usados. A princípio até parece fazer sentido, exceto por um detalhe: quando a pessoa em questão não fazia uso de máscaras com petrolatos, apenas trocou o shampoo com sulfato pelo shampoo "liberado". Nesse caso não há justificativa. Qual a explicação para esse fracasso inicial então? O que observo é que muitas pessoas acabam escolhendo shampoos infantis por exemplo. Esses produtos possuem um pH que para o cabelo de um adulto é alto, causando a abertura das cutículas dos fios e o consequente ressecamento. Assim como os infantis, alguns shampoos mais acessíveis também possuem essa mesma faixa de pH. Isso faz com que o shampoo que, supostamente promoveria uma limpeza suave, resseque mais do que o que contém sulfato forte. Minha dica para acertar na técnica é pesquisar bem antes de escolher um shampoo. Leve em conta as necessidades do seu cabelo, se é ressecado, se possui químicas alisantes, coloração, luzes etc. Além disso considere as características do shampoo, tais como o pH e presença de agentes hidratantes na fórmula. O produto que deu mais certo pra mim até hoje foi o shampoo Divine Curls, da Inoar. Ele é indicado para cabelos cacheados e ondulados. Aliás uma boa dica é procurar shampoos para cabelos cacheados, normalmente eles são mais hidratantes.


"Não funciona em cabelos lisos"



Sabemos que a técnica foi criada por uma cabeleireira cacheada, que constatou os danos que o sulfato promovia nesse tipo de cabelo. Porém qualquer tipo de cabelo pode ser beneficiado com a técnica. Alguém com cabelo liso, mas ressecado e com bastante volume é um ótimo candidato para iniciar o Low Poo. Quanto mais hidratante o shampoo sem sulfato for, melhor para esse cabelo. Por outro lado é comum cabelos lisos serem mais oleosos. Para esses casos também é possível o uso de shampoos liberados, basta escolher um que não seja tão tenha muitos óleos na fórmula, por exemplo. Temos aqui então mais um mito.


"Provoca caspa"



Se generalizarmos essa afirmação ela seria, sim, um mito. Porém ela pode ser uma verdade em alguns casos. Pessoas com oleosidade excessiva no couro cabeludo podem desenvolver caspa, principalmente se usarem shampoos muito hidratantes. Já vi relatos até mesmo de cacheadas que não seguem a técnica por esse motivo. Portanto é sempre bom levarmos em conta as características dos nossos cabelos antes de começar a técnica. Se você já sofre com seborreia por exemplo, o Low Poo pode não ser uma boa ideia. Nada impede que você use demais produtos "liberados", como máscaras e condicionadores, já que eles não são aplicados diretamente no couro cabeludo.


"Se você usar algum proibido vai arruinar todo o tratamento"



"Usei um proibido, agora perdi 6 meses de low poo!". Quem nunca leu uma frase dessa nos grupos de cabelo no Facebook? Isso não é um mito, isso é uma "viagem"! De onde as pessoas tiram essas ideias? O que eu acredito que ocorra é o seguinte: a pessoa fica tomada por um desespero tão grande por ter usado um "proibido", que acaba usando um shampoo de limpeza profunda para remover os petrolatos. Aí não há cabelo que não resseque, né? Não há necessidade de usar um shampoo de limpeza profunda nesses casos. Uma boa dica é ter sempre em casa um shampoo com sulfato que seja hidratante. Assim não se nota tanta diferença ao usá-lo, as vezes não se nota nenhuma na verdade. Falo por experiência própria. Um produto que gosto para essas situações é o Argan Oil, da Inoar.


"Todo produto com petrolatos não trata os cabelos"


Deixei o mais polêmico para o final. Sabemos que a adição de petrolatos pode "baratear" um produto, porém será que a simples presença de parafina na fórmula torna um produto ruim? Eu acredito que não, visto que alguns produtos de marcas profissionais como Kérastase e L´oreal possuem petrolatos. Essas marcas utilizam alta tecnologia na fabricação de seus produtos, o que permite uma alta performance nos fios, mas também eleva absurdamente os preços. Portanto, nesse caso a função dos petrolatos não é baratear. Não estou  dizendo que os petrolatos são agentes de tratamento, mas nesses casos específicos a presença deles não impede o tratamento dos fios. Antes de afirmar se um produto é bom ou não, precisamos avaliar não só a presença de petrolatos, mas os outros agentes da fórmula e também o custo. Um produto que possui parafina e a embalagem de 1 kg custa menos de R$ 10,00, provavelmente tem só petrolatos mesmo. Então na minha humilde opinião temos mais um mito.

Esses são os mitos e verdades que tenho observado com a minha experiência com a técnica. Sinta-se livre para discordar ou acrescentar suas experiências aqui nos comentários. Quem quiser trocar mais dicas como essa pode conhecer o nosso grupo no Facebook: Onduladas 2 A

Line Finish Pré-prancha, da Neez Profissional

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Sabe aqueles dias que seu cabelo está com vontade própria e não quer que você saia de casa? Ou quando você usa uma hidratação que não dá certo e deixa seu cabelo completamente ressecado? Existe um produto que pode te ajudar nessas situações, o Line Finish Pré-prancha, da marca Neez Profissional.


Ele é um protetor térmico aerosol, que é indicado para uso nos cabelos secos antes de se passar a chapinha. Mesmo amando as minhas ondas, as vezes sentia a necessidade de alisar os cabelos próximos da nunca, pois eles possuem uma textura indomável. Hoje em dia estou usando mais a chapinha em todo o cabelo, devido a um erro de corte que deixou meu cabelo curto e sem forma. Claro que um bom protetor térmico é indispensável nessas situações, por isso o Line Finish tem me ajudado bastante nessa fase.


A fórmula, liberada para a técnica Low Poo, contém silicones e óleo de Babaçu. Acredito que pela presença desse óleo, os fios fiquem extremamente brilhosos e macios. Mesmo um cabelo com aspecto de ressecado se transforma após a aplicação desse produto. É importante controlar a quantidade e borrifar o produto com uma certa distância do cabelo (cerca de 10 cm). Caso contrário ele pode "pesar" e deixar uma aparência de cabelo oleoso. Uma outra forma de usá-lo é borrifar uma pequena quantidade em todo o comprimento dos fios antes de fazer uma toca de meia. Isso deixa os fios com brilho e ajuda a reduzir o frizz. O valor médio é de R$26,90 e pode ser encontrado em perfumarias e lojas virtuais.


Transição capilar em onduladas 2 a

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Graças ao estímulo ao abandono das químicas alisantes, transição capilar é um assunto cada vez mais comentado. Afinal um cabelo com duas texturas (natural e alisada) exige cuidados especiais, além de muita paciência para passar por essa fase sem desistir. É óbvio que a maioria do conteúdo que encontramos sobre transição é referente às cacheadas e crespas. Também não restam dúvidas que para elas esse processo seja mais complicado, em função da maior diferença entre as texturas natural e com química. Porém as onduladas também passam por esse processo, temos muitas dúvidas e pouca informação sobre como cuidar do nossos fios. Sem contar com a falta de profissionais que realmente entendam nossos cabelos e saibam cortar corretamente. A maioria infelizmente ainda trata nossos cabelos como se fossem lisos.


Nesse post vou focar na minha curvatura, que é 2 A, aquele famoso "quase liso", "liso estranho", "com um botox já alisa" entre outras denominações. Para nós a transição não é um processo tão transformador quanto para as cacheadas/crespas. Quem está de fora muitas vezes nem repara tanta diferença assim. Na verdade é mais uma questão de aceitação da forma dos nossos fios e de mudança de cuidados com eles. Vou dividir didaticamente o post em duas partes, de acordo com as minhas experiências: transição pós-alisamento e transição pós-progressiva.


Transição pós-alisamento

As químicas de alisamento "definitivo" são as mais chatinhas de se livrar, pois você terá que esperar a raiz crescer até o comprimento que deseja e então cortar. A que usei foi o da Wella, a base de tioglicolato de amônia. Na época eu nem imaginava usar meu cabelo natural, mas queria ficar loira, então aguardei 2 anos para poder fazer isso. Você leu bem, eu disse 2 anos! É mais ou menos o tempo que se leva se você tiver um crescimento capilar normal (mais ou menos 1 cm por mês). O que mais me incomodava nesse processo era o volume na raíz. Não tinha tanta diferença de textura porque meu cabelo começa a ondular do meio da cabeça, mas o volume me fazia parecer o primo Itt da Família Adams. Ainda inventei de fazer uma franja nessa época. Aliás, primeira dica: não faça uma franja durante a transição! Como cuidar do cabelo nesse momento então? Bom, tenho 2 sugestões: a primeira é secar/alisar a parte da raiz; a segunda é o truque da toca de meia, que ajuda a reduzir o volume e o frizz.


Produtos que podem te ajudar


1- Creme defrizante Pós-progressiva, da Amend: Além da proteção térmica, esse creme tem uma fórmula rica em aminoácidos e pH baixo. Deixa o cabelo bem macio e facilita a escova. Ele também pode ser usado como creme de pentear, quando você quiser deixar seu cabelo secar naturalmente. Foi com esse creme que comecei a fazer minhas primeiras finalizações, até mesmo a "pseudo-fitagem", e deu super certo. Liberado para Low Poo.

2-  Leave-in Proteção da Cor, da Vita Derm: Assim como o anterior, esse protetor térmico também é rico em aminoácidos e possui pH baixo, porém sua textura é mais fluida. É ideal para cabelos mais finos, que pesam com facilidade. Liberado para Low Poo. Já falamos sobre ele nessa resenha: clique aqui para ler.

3- Secador: Apesar de desprezado por muitas, o bom e velho secador pode ser uma solução rápida para evitar o "efeito primo Itt". Não cuspa no prato que você comeu por tanto tempo e dê uma chance pra ele. Com um bom protetor térmico não vai ser tão ruim assim.


Truque de finalização


Se você quiser dar um tempo das fontes de calor no seu cabelo, uma boa alternativa é a toca de meia, que sempre falamos por aqui. Meia hora com o cabelo para cada lado da toca já é suficiente para o efeito desejado. É lógico que o cabelo não vai ficar liso como na chapinha, mas vai ficar sem frizz e com uma aparência mais natural. Citei essa finalização porque nessa fase da transição dificilmente se consegue ondular a parte alisada. Então essa é uma forma de proteger um pouco os fios do calor do secador e da chapinha.



Transição pós-progressiva

Assim que eu terminei a transição do alisamento fui ficar loira e fazer o que? Isso mesmo, uma progressiva! A que eu fazia era a de carbocisteína, que supostamente não continha formol. Tempos depois descobri, através de uma matéria famosa do "Fantástico", que todas essas químicas continham uma substância análoga ao formol, que era o princípio ativo que promovia o alisamento. De qualquer forma essas químicas nunca eliminaram por completo as minhas ondas, mas apenas reduziam o volume e davam aquela aparência de fios selados e brilhosos. Durante os 2 anos que fui loira com escova progressiva sempre sequei o cabelo com secador. Somente o secador já deixava o efeito liso que eu desejava na época. Minha última química foi em julho de 2015. Em dezembro do mesmo ano decidi ficar ruiva e desistir das progressivas, por medo que desbotassem a minha cor. Eu ainda não imaginava a possibilidade de usar minha juba ao natural. Com o tempo fui pesquisando alternativas ao secador e a chapinha. Assim descobri as finalizações a seco, como a toca de meia, o coque baixo e as tranças. As ondas, como eu disse no início, não haviam desaparecido, mas ainda não tinham a real textura porque a progressiva ainda estava lá. Ao decorrer do ano de 2016 fui notando que a textura dos meus fios foi mudando e ganhei mais volume. Foi então que comecei a testar novos produtos e finalizações e relatar aqui no blog.


Produtos que podem te ajudar


1- Máscara Tudo de Bom, da Novex: Esse creme multifuncional da Novex pode ser muito útil nessa fase, pois pode ser usado como finalizador e também como máscara de hidratação. Eu particularmente amei o produto nas 2 funções. A textura é leve, não pesa mais controla bem o volume e o frizz. A fórmula é rica em óleos, extratos botânicos e aminoácidos. liberado para as técnicas Low e No Poo.

2- Pinga, da Lola Cosmetics: Óleo multifuncional da Lola Cosmetics. Possui excelente custo-benefício, além de não pesar nos fios. Nessa fase começamos a perceber a necessidade dos óleos finalizadores para nossos fios. Gosto de usá-los nos fios secos ou misturar uma gotinha ao creme de pentear. No "day after" um bom óleo também pode nos salvar. Já temos um post sobre óleos que não pesam nos fios: clique aqui para ler.

3- Elásticos de cabelo: Os elásticos de mola são muito úteis para as finalizações a seco, como coques e tranças. Eu gosto desse tipo de prendedor porque ele não marca nem embola os fios. Algumas meninas no nosso grupo do Facebook já relataram que preferem fazer prendedores com meia-calça, pois eles marcam menos ainda.


Truque de finalização


Um bom truque de finalização para essa fase são as tranças. Elas deixam as ondas mais uniformes e ficam particularmente lindas nos cabelos compridos. Também são igualmente salvadores nessa fase os coques, sendo o coque baixo o meu preferido.

É importante lembrar que além dos novos cuidados para finalização, não podemos deixar de lado as hidratações. Começar um cronograma capilar durante a transição é uma excelente ideia, pois as químicas nos deixam a falsa impressão de cabelo bem tratado. Na verdade o que ocorre é uma "maquiagem" dos fios. Quando a química vai saindo podemos achar que nosso cabelo está ressecado, desistir e voltar às químicas. Não vou negar que ter o cabelo liso era muito mais prático, porém levei em conta também os danos que essas químicas poderiam causar a longo prazo. Algo que observei quando usei o alisamento a base de tioglicolato foi uma queda intensa dos fios. A cada passada de mão na cabeça saíam tufos de cabelo. Já com a escova progressiva notei que meus fios ficaram mais "finos", menos encorpados. Por esse motivo algumas pessoas que fazem uso de escovas progressivas há muito tempo acabam recorrendo ao uso de "mega hair" para encorpar os fios. Se você está pensando em se livrar de vez das químicas, considere todos esses fatores. Quando bater aquela saudade da praticidade do cabelo liso podemos recorrer ao secador, sempre com um bom protetor térmico é claro.

*** Ficou interessada em trocar mais dicas como essa? Temos um grupo no Facebook para a nossa curvatura: Onduladas 2 A.





Sabonete facial em Gel Controle do Brilho da Nivea

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Por ter a pele do rosto mista, estou sempre em busca do sabonete facial ideal. Já tenho alguns produtos favoritos para essa função, um deles é o objeto da resenha de hoje: Sabonete Facial em Gel Controle do Brilho, da Nivea:


A fórmula é enriquecida com algas marinhas e é indicado para peles mistas a oleosas. A proposta da marca é a seguinte:

- Limpar profundamente os poros com uma microesfoliação, removendo resíduos de maquiagem e poluição.

- Sua fórmula com algas marinhas reduz e controla o brilho, proporcionando à pele um efeito mate.

- Tecnologia avançada, que limpa sem produzir espuma.

- Contém vitamina E, substância antioxidante necessária para uma pele mais saudável e bem cuidada.



Além da vitamina E e do extrato e de algas marinhas, a fórmula também contém óleo de rícino e glicerina. A textura é de gel, com micropartículas esfoliantes. O produto não faz espuma e a microesfoliação que a marca cita é bem suave. Mesmo sem fazer espuma, o sabonete promove uma sensação gostosa de limpeza. Porém não a ponto da pele ficar repuxando, sabe? Isso é o que eu mais gosto nesse produto, ele limpa na medida certa, sem ressecar. Quanto ao efeito mate eu diria que não concordo totalmente, mas é praticamente impossível uma pele oleosa ficar com esse efeito o dia inteiro. Porém para mim o resultado foi bem satisfatório. Minha pele é bem oleosa, principalmente na zona "T", mas o produto consegue controlar bem isso por algumas horas. Quanto à remoção de resíduos de maquiagem eu não testei, já que sempre uso um demaquilante antes. Considerando todas essas características, esse é um dos meus sabonetes faciais preferidos. Quem tem pele mista a oleosa com certeza vai gostar. O valor médio do produto é R$ 26,50 e pode ser encontrado em farmácias e supermercados.


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